Terça feira, feriado, não sei feriado de que, nunca sei, só sei que é feriado, e isso é bom ( "Bã, que atitude ignorante, fecha-se em seu mundinho, e esquece de se informar, prefere a continuar não sabendo, bãaãã"... cala boca seu merda ;D ).
Festinha de anivesário da empresa em que meu pai trabalha, fomos para o *música do Ayrton Senna de fundo, pã pã pã, pã pã pã* kartódromo internacional de Joinville (nome pomposo,né?) curtir um rango e assistir os marmanjos correrem.
Assim que chegamos já haviam carros na pista, e o locutor esbajava melindre e improvisação, para utilizar (sagazmente, diga-se de passagem) de analogias entre a corrida, a velocidade dos competidores, a liderança, a garra, com a empresa, "E lá vai o fulaninho, voando baixo na liderança, como a *nome da empresa*, que a 19 anos vem na liiiiderança", e por aí vai, mas não sei bem se o cara chegava a sequer saber o que a Logocenter faz...
Ao fim da corrida, toca a clássica músiquinha do Ayrton, pã pã pã, imortalizada após tantas corridas, mas por favor, que música batida, e não duvido nada que seja repetida em qualquer pista de kart do Brasil, é o jingle oficial dos Kartódromos e autódromos e outros ódomos por aí.
Então veio a fatídica segunda bateria, com uma mulher!!!!
Tá, nada contra mulher dirigindo (pfffffffffffffffahu hauhahaha huha hah uah hua[não, sério!]), mas logo de cara percebi que ela não estava em seu ambiente natural, a cada 4 curvas ia para grama em 5, e nas retas ela vinha ziguezagueando (*plim, primeira vez que escrevo essa palavra ;DD*), então uma hora, já havia perdido o interesse na corrida, e olhava na direção oposta, quando ouço uma derrapada, e um barulho de batida, a demente da moça havia conseguido ir com tudo contra os pneus atravessou-os e ainda quebrou a muretinha de proteção, para o desespero de todo mundo.
No fim não foi nada de mais, o muro quebrou, mas o locutor disse que "não se preocupem minha gente, é feito pra quebrar mesmo.", a moça ficou tonta por um tempo, mas logo se recuperou, e voltou pra corrida, e todos a chamaram de heroína, pff, pra mim é barbeira.
Enfim, o almoço, fila quilometrica, sem exageiros, para duas horas depois comer uma carne fria e mal-passada, com os devidos méritos estava gostosinha, e depois nos fomo-nos embora, um belo jeito de comemorar o feriado de..de.. o feriado.